terça-feira, 10 de julho de 2012


15º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO B
 
 A liturgia do 15º Domingo do Tempo Comum recorda-nos que Deus actua no mundo através dos homens e mulheres que Ele chama e envia como testemunhas do seu projecto de salvação.
Esses “enviados” devem ter como grande prioridade a fidelidade ao projecto de Deus e não a defesa dos seus próprios interesses ou privilégios.

A primeira leitura apresenta-nos o exemplo do profeta Amós.
Escolhido, chamado e enviado por Deus, o profeta vive para propor aos homens – com verdade e coerência – os projectos e os sonhos de Deus para o mundo.
Actuando com total liberdade, o profeta não se deixa manipular pelos poderosos nem amordaçar pelos seus próprios interesses pessoais.

A segunda leitura garante-nos que Deus tem um projecto de vida plena, verdadeira e total para cada homem e para cada mulher – um projecto que desde sempre esteve na mente do próprio Deus.
Esse projecto, apresentado aos homens através de Jesus Cristo, exige de cada um de nós uma resposta decidida, total e sem subterfúgios.

No Evangelho, Jesus envia os discípulos em missão.
Essa missão – que está no prolongamento da própria missão de Jesus – consiste em anunciar o Reino e em lutar objectivamente contra tudo aquilo que escraviza 
o homem e que o impede de ser feliz.
Antes da partida dos discípulos, Jesus dá-lhes algumas instruções acerca da forma de realizar a missão…
Convida-os especialmente à pobreza, à simplicidade, ao despojamento dos bens materiais.

LEITURA I – Am 7,12-15
Leitura da Profecia de Amós
Naqueles dias,
Amasias, sacerdote de Betel, disse a Amós:
«Vai-te daqui, vidente.
Foge para a terra de Judá.
Aí ganharás o pão com as tuas profecias.
Mas não continues a profetizar aqui em Betel,
que é o santuário real, o templo do reino».
Amós respondeu a Amasias:
«Eu não era profeta, nem filho de profeta.
Era pastor de gado e cultivava sicómoros.
Foi o Senhor que me tirou da guarda do rebanho e me disse:
‘Vai profetizar ao meu povo de Israel’».

SALMO RESPONSORIAL – Salmo 84 (85)
Refrão 1: Mostrai-nos, Senhor, o vosso amor
                e dai-nos a vossa salvação.
Refrão 2: Mostrai-nos, Senhor, a vossa misericórdia.

Deus fala de paz ao seu povo e aos seus fiéis
e a quantos de coração a Ele se convertem.
A sua salvação está perto dos que O temem
e a sua glória habitará na nossa terra.

Encontraram-se a misericórdia e a fidelidade,
abraçaram-se a paz e a justiça.
A fidelidade vai germinar da terra
e a justiça descerá do Céu.

O Senhor dará ainda o que é bom,
e a nossa terra produzirá os seus frutos.
A justiça caminhará à sua frente
e a paz seguirá os seus passos.

LEITURA II – Ef 1,3-14
Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Efésios
Bendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo,
que do alto dos Céus nos abençoou
com toda a espécie de bênçãos espirituais em Cristo.
N’Ele nos escolheu, antes da criação do mundo,
para sermos santos e irrepreensíveis,
em caridade, na sua presença.
Ele nos predestinou, de sua livre vontade,
para sermos seus filhos adoptivos, por Jesus Cristo,
para que fosse enaltecida a glória da sua graça,
com a qual nos favoreceu em seu amado Filho.
N’Ele, pelo seu sangue,
temos a redenção, a remissão dos pecados.
Segundo a riqueza da sua graça,
que Ele nos concedeu em abundância,
com plena sabedoria e inteligência,
deu-nos a conhecer o mistério da sua vontade:
segundo o beneplácito que n’Ele de antemão estabelecera,
para se realizar na plenitude dos tempos:
instaurar todas as coisas em Cristo,
tudo o que há nos Céus e na terra.
Em Cristo fomos constituídos herdeiros,
por termos sido predestinados,
segundo os desígnios d’Aquele que tudo realiza
conforme a decisão da sua vontade,
para servir à celebração da sua glória,
nós que desde o começo esperámos em Cristo.
Foi n’Ele que vós também,
depois de ouvirdes a palavra da verdade,
o Evangelho da vossa salvação,
abraçastes a fé e fostes marcados pelo Espírito Santo prometido,
que é o penhor da nossa herança,
para a redenção do povo que Deus adquiriu
para louvor da sua glória.

ALELUIA – cf. Ef 1,17-18
Aleluia. Aleluia.
Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo,
ilumine os olhos do nosso coração,
para sabermos a que esperança fomos chamados.

EVANGELHO – Mc 6,7-13
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
Naquele tempo,
Jesus chamou os doze Apóstolos
e começou a enviá-los dois a dois.
Deu-lhes poder sobre os espíritos impuros
e ordenou-lhes que nada levassem para o caminho,
a não ser o bastão:
nem pão, nem alforge, nem dinheiro;
que fossem calçados com sandálias,
e não levassem duas túnicas.
Disse-lhes também:
«Quando entrardes em alguma casa,
ficai nela até partirdes dali.
E se não fordes recebidos em alguma localidade,
se os habitantes não vos ouvirem,
ao sair de lá, sacudi o pó dos vossos pés
como testemunho contra eles».
Os Apóstolos partiram e pregaram o arrependimento,
expulsaram muitos demónios,
ungiram com óleo muitos doentes e curaram-nos.
 
            CANTO E MÚSICA 
NA MISSA DO MATRIMÓNIO
      Algumas questões prévias
      Acontece que hoje alguns jovens que querem celebrar o seu Matrimónio em Igreja desconhecem o que significa a Celebração litúrgica. 
Mas, o que é mais grave, a formação de alguns padres, diocesanos ou religiosos, deixa muito a desejar, neste campo, porque não lhes foi dada uma devida formação profunda, neste âmbito de carácter mais performativo que o Seminário de outrora era mais capaz.
       E nisto se comprova, facilmente, se déssemos exemplos concretos, aliás suficientemente divulgados e espalhados.
      Custa-nos dizer, mas é nossa obrigação, pois que nos parece que o Seminário perdeu essa capacidade, alienando tal responsabilidade para as Escolas de Teologia que, com frequência, carecem desse tipo de formação, mesmo que pertença, eventualmente, ao curriculum. 
A própria experiência pastoral não forma, como se esperava, mas deforma, em muitos casos, como não se desejava.
      Diz o II Concílio do Vaticano: «Com razão se considera a Liturgia como o exercício da função sacerdotal de Cristo. Nela, os sinais sensíveis significam e, cada um à sua maneira, realizam a santificação dos homens; nela, o Corpo Místico de Jesus Cristo - cabeça e membros - presta a Deus o culto público integral. Portanto, qualquer celebração litúrgica é por ser obra de Cristo sacerdote e do seu Corpo que é a Igreja, acção sagrada por excelência, cuja eficácia, com o mesmo título e no mesmo grau, não é igualada por nenhuma outra acção da Igreja» (Constituição Litúrgica = SC, 7).
      A Igreja entende que, por relação privilegiada, o Sacramento do Matrimónio que reflecte o grande Sacramento das Núpcias de Cristo (O Cordeiro) com a Sua Esposa (a Igreja) seja celebrado com a Eucaristia (salvo nas excepções extraordinárias previstas).
«Celebre-se habitualmente o Matrimónio dentro da Missa, depois da leitura do Evangelho e da homilia e antes da Oração dos fiéis». (SC, n.°78)
      Muitos noivos que preparam e desejam o seu casamento na Igreja, fazem um guião da celebração que pode ser muito útil para ajudar os convidados que normalmente estão ausentes na missa dminica1, a participar nessa celebração e para aqueles que se afastaram da Igreja. Mas acontece que tais “missais “ ( guiões da celebração), não reflectem a celebração da Igreja, mas são, notoriamente, criações voluntaristas e irresponsáveis. 
 E o pior é que se publicam e reproduzem, fora da orientação da própria Igreja. Basta consultar a Net para percebermos como são fabricados, pois que, pelo seu carácter subjectivo, sobrepõem-se a qualquer determinação da própria Igreja. Afinal, o que se deseja é a pompa religiosa, mas não um matrimónio na Igreja.
      Isto refere-se não só aos textos (alguns são interessantes, mas despropositados, outros são simplesmente idiotas, embora
muito sentimentais). É neste desfasamento da celebração litúrgica que se insere a música para avolumar os problemas e transformar o carácter da celebração litúrgica (exercício da função sacerdotal de Cristo), em festa social dos noivos.
      Então, facilmente se chega ao desvario. Esteve (ou está ainda) na moda cantar uma Ave-Maria (Schubert ou outro) à entrada da noiva.   Outros proporão para o Ofertório o Pie Jesu (da missa dos mortos) de Fauré, outros, um programa de algum grupo especializado no negócio, outros ainda, reúnem o “Coro de família”- sempre preparado, sem ensaios - com umas guitarras e violas, em jeito de animação. Mas, infelizmente, alguns coros (paroquiais ou marginais) propõem um programa de animação da Missa, a gosto dos noivos (pois que estes adquiriram tais capacidades transitórias).
      Só nos perguntamos se o silêncio não seria a melhor música! Maltrata-se a música, mas muito mais a celebração litúrgica. 
De resto, que se pode fazer? Dada a nossa incultura musical, não é possível em muitas situações, propor um projecto paroquial, por falta de estímulo e formação de organistas, directores e Coros Litúrgicos. 
E, porventura, será isso possível e desejável, num plano diocesano? 
Formação dos Párocos e Formação dos Agentes Musicais é o que é mais urgente. Nada de novo. 
Os documentos da Igreja são abundantes sobre o assunto. Só que ainda não foram aplicados, como se vê.
Do SDL Voz Portucalense

sexta-feira, 6 de julho de 2012


Curiosidades Sérias da Vergada
Conhecida é de todos a Personalidade do
Reverendo Padre Álvaro Soares da Silva.
Nascido nesta Localidade a 3 de Janeiro de 1911
Ordenado sacerdote com 24 anos de idade
e como Missionário da Congregação do Espírito Santo
partiu para as Missões de  Angola, 
desembarca no Lobito em 1935.
Seguiu para o Bié, Silva Porto, Missão de Cachingues.
Cuchi, Andulo, Chinguai, Entre-os-Rios, 
Nova Sintra, Camacuco, Cuemba, Gamba, Nhareo, 
Andulo e Vouga ficaram no seu caminho.
Foi sem dúvida a Missão da Avé Maria de Camacupa 
o coroar das suas tarefas de Missionário.
Depois de ter dado um quarto de século às Missões
vemo-lo preocupado com a sua terra!!!
Pelo ano de 1959  temo-lo no meio das nossas
gentes da Vergada.
E durante todos estes anos até 22 de Setembro de 1994
Vergada foi o seu sonho, o seu campo de trabalho
apostólico, pastoral  e o seu destino!!!
Excelentes as palavras gravadas na sua campa bem cuidada:
"Como Cristo passarei na Terra fazendo o bem
e dando Glória a Deus
e servindo os nossos irmãos.
De pé diante dos homens
De joelhos diante de Deus!
O meu Coração é dos Vergadenses
e dos africanos onde passei 33 anos.
Mihi labor proximo utilitas.
Soli Deo honor et Gloria.
(Meu trabalho é a utilidade ao próximo
Só a Deus a Honra e a Glória).
Vaidade das vaidades tudo é vaidade
Excepto amar a Deus, a Ele servir".
Desde 16 de Novembro de 1959 vemo-lo
preocupado e entusiasmado pela Vergada e suas gentes,
assumindo a Paroquialidade da mesma  Paróquia
de 15 de Agosto de 1972  a 23 de Dezembro de 1984.
Após o falecimento do Padre Cardoso a Capelania da Vergada
ficou entregue aos Sacerdotes do Coração de Maria dos Carvalhos. O mesmo Padre  Álvaro assumiu a Paroquialidade Provisória 
pelo ano de 1968 havendo de permeio a paroquialidade do Reverendo Padre Isaías oomes de Pinho.
Doze anos de pároco efectivo.
Continuado depois P. Antero Alves dos Reis 
de 1 de Janeiro de 1985 a 19 de Julho de 2003.
18 anos de Pároco .
Com 83 anos: 33 de Missionárioem Angola, 
4 anos de Cabouqueiro da Paróquia de Cristo Rei da Vergada,
com os 12 anos de Pároco, 16 anos ao Serviço da Vergada,
o Pai do Céu o chamou a 22 de Setembro de 1994.
Obrigado Padre Álvaro,
A Vergada deve-lhe imenso!
Podemos dizer como poeta: Valeu a Pena!
14º DOMINGO DO TEMPO COMUM Ano B
Ninguém é profeta na sua terra
A liturgia deste domingo revela que Deus chama, continuamente, pessoas para serem testemunhas no mundo do seu projecto de salvação. Não interessa se essas pessoas são frágeis e limitadas; a força de Deus revela-se através da fraqueza e da fragilidade desses instrumentos humanos que Deus escolhe e envia.
A primeira leitura apresenta-nos um extracto do relato da vocação de Ezequiel. A vocação profética é aí apresentada como uma iniciativa de Jahwéh, que chama um “filho de homem” (isto é, um homem “normal”, com os seus limites e fragilidades) para ser, no meio do seu Povo, a voz de Deus.
Na segunda leitura, Paulo assegura aos cristãos de Corinto (recorrendo ao seu exemplo pessoal) que Deus actua e manifesta o seu poder no mundo através de instrumentos débeis, finitos e limitados. Na acção do apóstolo – ser humano, vivendo na condição de finitude, de vulnerabilidade, de debilidade – manifesta-se ao mundo e aos homens a força e a vida de Deus.
O Evangelho, ao mostrar como Jesus foi recebido pelos seus conterrâneos em Nazaré, reafirma uma ideia que aparece também nas outras duas leituras deste domingo: Deus manifesta-Se aos homens na fraqueza e na fragilidade. Quando os homens se recusam a entender esta realidade, facilmente perdem a oportunidade de descobrir o Deus que vem ao seu encontro e de acolher os desafios que Deus lhes apresenta.

LEITURA I – Ez 2,2-5
Leitura da Profecia de Ezequiel
Naqueles dias,
o Espírito entrou em mim e fez-me levantar.
Ouvi então Alguém que me dizia:
«Filho do homem,
Eu te envio aos filhos de Israel,
a um povo rebelde que se revoltou contra Mim.
Eles e seus pais ofenderam-Me até ao dia de hoje.
É a esses filhos de cabeça dura e coração obstinado
que te envio, para lhes dizeres:
‘Eis o que diz o Senhor’.
Podem escutar-te ou não
- porque são uma casa de rebeldes -,
mas saberão que há um profeta no meio deles».

SALMO RESPONSORIAL – Salmo 122 (123)
Refrão: Os nossos olhos estão postos no Senhor,
 até que Se compadeça de nós.

Levanto os olhos para Vós,
para Vós que habitais no Céu,
como os olhos do servo
se fixam nas mãos do seu senhor.

Como os olhos da serva
se fixam nas mãos da sua senhora,
assim os nossos olhos se voltam para o Senhor nosso Deus,
até que tenha piedade de nós.

Piedade, Senhor, tende piedade de nós,
porque estamos saturados de desprezo.
A nossa alma está saturada do sarcasmo dos arrogantes
e do desprezo dos soberbos.

LEITURA II – 2Cor 12,7-10
Leitura da Segunda Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios
Irmãos:
Para que a grandeza das revelações não me ensoberbeça,
foi-me deixado um espinho na carne,
- um anjo de Satanás que me esbofeteia -
para que não me orgulhe.
Por três vezes roguei ao Senhor que o apartasse de mim.
Mas Ele disse-me: «Basta-te a minha graça,
porque é na fraqueza que se manifesta todo o meu poder».
Por isso, de boa vontade me gloriarei das minhas fraquezas,
para que habite em mim o poder de Cristo.
Alegro-me nas minhas fraquezas,
nas afrontas, nas adversidades,
nas perseguições e nas angústias sofridas por amor de Cristo,
porque, quando sou fraco, então é que sou forte.
ALELUIA – cf. Lc 4,18
Aleluia. Aleluia.
O Espírito do Senhor está sobre mim:
Ele me enviou a anunciar o Evangelho aos pobres.

EVANGELHO – Mc 6,1-6
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
Naquele tempo,
Jesus dirigiu-Se à sua terra
e os discípulos acompanharam-n’O.
Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga.
Os numerosos ouvintes estavam admirados e diziam:
«De onde Lhe vem tudo isto?
Que sabedoria é esta que Lhe foi dada
e os prodigiosos milagres feitos por suas mãos?
Não é ele o carpinteiro, Filho de Maria,
e irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão?
E não estão as suas irmãs aqui entre nós?»
E ficavam perplexos a seu respeito.
Jesus disse-lhes:
«Um profeta só é desprezado na sua terra,
entre os seus parentes e em sua casa».
E não podia ali fazer qualquer milagre;
apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos.
Estava admirado com a falta de fé daquela gente.
E percorria as aldeias dos arredores, ensinando.

quinta-feira, 5 de julho de 2012


Novena de Cristo Rei, do Senhor das Febres 
e da Senhora da Livração 
Vivendo e Celebrando as Grandiosas Festas da Vergada.
Depois do 5º Dia com a  Novena Celebrativa de Santa Cristina
E de Santa Cecília
Segue-se amanhã São João Baptista
e Nossa Senhora das Graças!
Entretanto outros Eventos e Celebrações se avizinham.
Carta do Pároco
Caríssimos Paroquianos da Paróquia de Cristo Rei da Vergada.
Está a Nossa Paróquia de Cristo Rei da Vergada 
em Vésperas de celebrar o seus 40 anos de Paróquia 
(Bodas de Esmeralda Paroquiais).
Como datas de referência o dia 7 de Agosto de 1972 
– Provisão Diocesana da Instituição da Paróquia Experimental 
de Cristo Rei da Vergada 
e o dia 15 de Agosto do mesmo ano como da entrada 
oficialmente ao serviço da actual Igreja Matriz.
São quarenta anos da existência de uma Paróquia 
ao Serviço da Comunidade Eclesial Local, 
da Diocese do Porto e da Igreja Católica. 
São de referir e relevar dos anos anteriores  a 1972, 
as Personalidades Eclesiásticas, Eclesiais 
e Civis que tanto trabalharam 
e se sacrificaram pela Paróquia, Igreja Matriz, 
Cemitério e  Residência Paroquial. 
Nesta data todos (as) serão recordados (as) no propósito 
de ninguém ficar omisso (a) ou esquecido (a).
Por Provisão de 20 de Outubro de 2008 é nomeado 
“Pároco da Paróquia de Cristo Rei da Vergada 
da Vigararia de Santa Maria da Feira, 
da Zona Pastoral Sul, 
o Reverendo Padre António Teixeira Machado” 
tendo o mesmo tomada posse no dia 22 de Novembro de 2008 
nas Vésperas e Solenidade de Cristo Rei.
Numa assumpção de tarefas paroquiais e pastorais  
 dos pastores anteriores, nomeadamente, 
o Reverendo Padre Álvaro Soares da Silva 
( de 15 de Agosto de 1972 a 31 de 
Dezembro de 1984 – 12 anos de Paroquialidade), 
o Reverendo Padre Antero Alves dos Reis 
( de 1 de Janeiro de 1985 a 
19 de julho de 2003 – 18 anos de Paroquialidade), 
o Reverendo Padre Augusto Pereira Baptista 
( de 12 de Outubro de 2003 
a 22 de Novembro de 2008 – 5 anos de Paroquialidade) 
tomou posse o actual Pároco acima referido 
que vai para 4 anos de Paroquilidade.
Durante estes quatros anos a Paróquia de Cristo Rei da Vergada 
tem-se esforçado por cumprir a sua Vocação 
e Missão de ser Paróquia na Diocese do Porto 
em íntima ligação com o seu Pároco, 
Bispo Titular D. Manuel Clemente 
e Auxiliar D. João Evangelista P. Lavrador, 
Arciprestre da Vigararia de Santa Maria da Feira, 
Reverendo Padre José Carlos Teixeira Ribeiro 
e Sacerdotes da mesma Vigararia.
Com Conselho Pastoral Paroquial, 
Comissão Executiva da Paróquia, 
Scretariado da Catequese Paroquial, Catequistas, 
Leitores, Grupo de Acólitos, Cantores, 
Ministros Extraordinários da Comunhão, Grupo de Jovens, 
Zeladores dos Altares e da Igreja,Vicentinos e Vicentinas, 
Comissões de Festas e outros movimentos 
procura a Paróquia orientar-se segundo as normas da Diocese 
e na Vivência da Fé recebida no Baptismo 
e incrementada no dia a dia da vida concedido pelo Pai do Céu.
Acrescentada a mais valia dos Senhores 
Diáconos Joaquim Augusto da Silva Santos 
e António Avelino Valinho Luis, 
ordenados pelo Sua Exclência Reverendíssima 
o Senhor  Bispo D. Manuel Clemente 
e nomeados oficialmente para o Serviço 
das Paróquias de Caldas de São Jorge, 
Cristo Rei da Vergada, 
Pigeiros 
e também prestar colaboração na Diocese do Porto 
e Vigararia 
e para onde forem solicitados  no cumprimento 
do seu Ministério Diaconal.
Seria excelente, e no cumprimento das Constituições 
Conciliares  do Vaticano II 
se restaurassem os outros Ministérios da Ordem : 
Leitor, 
Acólito 
e também, por que não, o Exorcista?
Ao presbítero ficaria o que lhe é específico: 
Presidir à Eucaristia e Pregar, 
Confessar 
e Administrar a Unção dos Enfermos ou Santa Unção. 
Ficando todas as outras Celebrações: 
Sacramentos (Baptismo, Matrimónio),  Sacramentais 
e Devoções  (Procissões, Funerais, etc.) 
para os Reverendos Diáconos, Leitores 
e Acólitos ordenados com o curso de Filosofia, 
Teologia, Bíblia e Pastoral.
Toda a Paróquia se tem esforçada no seguimento 
do recto caminho traçado por Cristo 
e animado pelo Divino Espírito Santo. 
Seria excelente que todos (as) os (as) crentes 
disso tomassem consciência 
numa actualização da Crença Cristã adveniente do Evangelho, 
da sã Doutrina da Igreja emanada das Constituições Conciliares 
do Concílio da Vaticano II, que já foi há cinquenta anos 
mas que infelizmente são desconhecidas do Povo Cristão 
e até  eclesiásticos.
No caminho percorrido há ainda muito a aperfeiçoar 
sobre todos pontos de vista.
Há um vasto programa para a Celebração da Festa dos 
40 anos de Paróquia que já foram divulgados e se dá conhecimento:
O dia 7 de Agosto de 1972 
(data da Provisão Diocesana da Instituição da Paróquia) 
e a data de 15 de Agosto de 1972 
(data da entrada oficial como Igreja Matriz).
Para assinalar a data das Bodas de Esmeralda 
da criação da Paróquia   
(40 anos) prevêem-se as seguintes Actividades:
Exposição de fotografias:
Documentação e materiais alusivos à localidade da Vergada.
Esta exposição está já garantida até ao ano de 1973
e terá como título “Alicerces da Paróquia”.
Será aberta  a 4 de Agosto ( Sábado antes da Missa Vespertina)  
 e ficará exposta até ao dia 10 de setembro.
Conferência no dia 7 de Agosto (terça-feira)
às 21 horas, sobre a proto-história, 
história da Paróquia até ao dia 15 de Agosto 
pelo Sr. Doutor de História Vergadense, Hugo Silva.
Estará também presente o Projectista desta Igreja Matriz 
e da Residência Paroquial  o Sr. Alberto Dias de Almeida.
Conferência será no dia 9 de Agosto (quinta-feira), às 21 horas. 
Serão conferencistas o Sr. Pe. Casimiro Pinto de Oliveira  
 e o Sr. Dr. Pedro Ferreira (Director dos coros da Paróquia). 
O Sr. Pe. Machado fará a apresentação do Sr. Pe. Casimiro 
e a Sr.ª Dr.ª Ermelinda Ferreira fará a apresentação   
do Sr. Dr. Pedro Ferreira.
Bênção da Igreja, Dedicação da Igreja e Bênção do Altar 
na Eucaristia do dia 15 de Agosto ( Quarta-feira) às 19 horas 
por Sua Excelência Reverendíssima, 
o Sr. Bispo D. João Evangelista Pimentel Lavrador.
Colocação de placards e placas alusivas às Comemorações.
Convívio/partilha com lanche/ajantarado para todos os inscritos 
e convidados no final do qual se partilhará o Bolo de Aniversário 
com o canto de Parabéns e do Hino da Paróquia.
Colabora, dá a tua ajuda  para o embelezamento 
e concretização deste Evento e Iniciativa 
Inédita, Singular e Histórica.
Vergada 7 de Julho  2012
O Pároco: P. António Machado