sábado, 10 de janeiro de 2009

Informações urgentes




Reflexão
ANO B
2º DOMINGO DO TEMPO COMUM
18 de Janeiro de 2009


Tema do 2º Domingo do Tempo Comum

A liturgia do 2º Domingo do Tempo Comum propõe-nos uma reflexão sobre a disponibilidade para acolher os desafios de Deus e para seguir Jesus.
A primeira leitura apresenta-nos a história do chamamento de Samuel. O autor desta reflexão deixa claro que o chamamento é sempre uma iniciativa de Deus, o qual vem ao encontro do homem e chama-o pelo nome. Ao homem é pedido que se coloque numa atitude de total disponibilidade para escutar a voz e os desafios de Deus.
O Evangelho descreve o encontro de Jesus com os seus primeiros discípulos. Quem é “discípulo” de Jesus? Quem pode integrar a comunidade de Jesus? Na perspectiva de João, o discípulo é aquele que é capaz de reconhecer no Cristo que passa o Messias libertador, que está disponível para seguir Jesus no caminho do amor e da entrega, que aceita o convite de Jesus para entrar na sua casa e para viver em comunhão com Ele, que é capaz de testemunhar Jesus e de anunciá - l’O aos outros irmãos.
Na segunda leitura, Paulo convida os cristãos de Corinto a viverem de forma coerente com o chamamento que Deus lhes fez. No crente que vive em comunhão com Cristo deve manifestar-se sempre a vida nova de Deus. Aplicado ao domínio da vivência da sexualidade – um dos campos onde as falhas dos cristãos de Corinto eram mais notórias – isto significa que certas atitudes e hábitos desordenados devem ser totalmente banidos da vida do cristão.


LEITURA I – 1 Sam 3,3b-10.19

Leitura do Primeiro Livro de Samuel

Naqueles dias,
Samuel dormia no templo do Senhor,
onde se encontrava a arca de Deus.
O Senhor chamou Samuel
e ele respondeu: «Aqui estou».
E, correndo para junto de Heli, disse:
«Aqui estou, porque me chamaste».
Mas Heli respondeu:
«Eu não te chamei; torna a deitar-te».
E ele foi deitar-se.
O Senhor voltou a chamar Samuel.
Samuel levantou-se, foi ter com Heli e disse:
«Aqui estou, porque me chamaste».
Heli respondeu:
«Não te chamei, meu filho; torna a deitar-te».
Samuel ainda não conhecia o Senhor,
porque, até então,
nunca se lhe tinha manifestado a palavra do Senhor.
O Senhor chamou Samuel pela terceira vez.
Ele levantou-se, foi ter com Heli e disse:
«Aqui estou, porque me chamaste».
Então Heli compreendeu que era o Senhor
que chamava pelo jovem.
Disse Heli a Samuel:
«Vai deitar-te; e se te chamarem outra vez, responde:
‘Falai, Senhor, que o vosso servo escuta’».
Samuel voltou para o seu lugar e deitou-se.
O Senhor veio, aproximou-Se e chamou como das outras vezes:
«Samuel! Samuel!»
E Samuel respondeu:
«Falai, Senhor, que o vosso servo escuta».
Samuel foi crescendo;
o Senhor estava com ele
e nenhuma das suas palavras deixou de cumprir-se.


SALMO RESPONSORIAL – Salmo 39 (40)

Refrão: Eu venho, Senhor, para fazer a vossa vontade.

Esperei no Senhor com toda a confiança
e Ele atendeu-me.
Pôs em meus lábios um cântico novo,
um hino de louvor ao nosso Deus.

Não Vos agradaram sacrifícios nem oblações,
mas abristes-me os ouvidos;
não pedistes holocaustos nem expiações,
então clamei: «Aqui estou».

«De mim está escrito no livro da Lei
que faça a vossa vontade.
Assim o quero, ó meu Deus,
a vossa lei está no meu coração».

«Proclamei a justiça na grande assembleia,
não fechei os meus lábios, Senhor, bem o sabeis.
Não escondi a justiça no fundo do coração,
proclamei a vossa bondade e fidelidade».


LEITURA II – 1 Cor 6,13c-15a.17-20

Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios

Irmãos:
O corpo não é para a imoralidade, mas para o Senhor,
e o Senhor é para o corpo.
Deus, que ressuscitou o Senhor,
também nos ressuscitará a nós pelo seu poder.
Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo?
Aquele que se une ao Senhor
constitui com Ele um só Espírito.
Fugi da imoralidade.
Qualquer outro pecado que o homem cometa
é exterior ao seu corpo;
mas o que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo.
Não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo,
que habita em vós e vos foi dado por Deus?
Não pertenceis a vós mesmos,
porque fostes resgatados por grande preço:
glorificai a Deus no vosso corpo.


ALELUIA – cf. Jo 1,41.17b

Aleluia. Aleluia.

Encontramos o Messias, que é Jesus Cristo.
Por Ele nos veio a graça e a verdade.


EVANGELHO – Jo 1,35-42

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo,
estava João Baptista com dois dos seus discípulos
e, vendo Jesus que passava, disse:
«Eis o Cordeiro de Deus».
Os dois discípulos ouviram-no dizer aquelas palavras
e seguiram Jesus.
Entretanto, Jesus voltou-Se;
e, ao ver que O seguiam, disse-lhes:
«Que procurais?»
Eles responderam:
«Rabi – que quer dizer ‘Mestre’ – onde moras?»
Disse-lhes Jesus: «Vinde ver».
Eles foram ver onde morava
e ficaram com Ele nesse dia.
Era por volta das quatro horas da tarde.
André, irmão de Simão Pedro,
foi um dos que ouviram João e seguiram Jesus.
Foi procurar primeiro seu irmão Simão e disse-lhe:
«Encontrámos o Messias» - que quer dizer ‘Cristo’ –;
e levou-o a Jesus.
Fitando os olhos nele, Jesus disse-lhe:
«Tu és Simão, filho de João.
Chamar-te-ás Cefas» – que quer dizer ‘Pedro’.






Informação 1

Resumo da Reunião Geral de Catequistas

Houve a Reunião de Catequistas na passada 4º Feira dia 7 de Janeiro.
Estiveram presentes 20 Catequistas!
Parabéns aos nossos Catequistas
E aos nossos Catequizandos.
Pais e Encarregados de Educação
e Caminhada de Fé Cristã:
Oração e Vida!

20 Catequistas para uma totalidade de 214 catequizandos é pouco!
Seriam necessário o dobro ou seja 40 catequistas

Para a caminhada catequética deveriam frequentar pelos menos 300!
Quer dizer que andam cerca de 86 prófugos,
Desertores, foragidos…
e fugidos à Caminhada dos 10 anos implementada nível de Diocese do Porto
e Paróquias há mais de 10 anos!
Foi apresentada a lista das Festividades da Caminhada!

Mas por vezes a Caminhada não funciona:
Prepara-se para o Natal
E no Natal não aparecem!
Preparam-se para a Páscoa
e na Páscoa não aparecem
Fazem-se as Festas para professar a Fé
Para Caminha
e não se pratica e está-se parado!
Torna-se necessário maior empenho dos Pais
e da comunidade!
Maior inserção na Comunidade e exemplo das famílias!
Assim não dá



Informação 2

Está já em funcionamento a Secretaria Paroquial na Sala Nova
E toda a comunidade deve actualizar as suas conhecenças
E contributos antes de utilizar os serviços que a Igreja – Paróquia lhes faculta!

Há que caminhar todos de mãos dadas
Na imitação de Jesus pela sua vida e exemplo!


Informação 3

Convocatórias:

Convocatória 1

Na quarta –feira 14 de Janeiro às 21.00 horas Reunião da Comissão Executiva da Paróquia e Conselho Permanente.
Ordem de trabalho:
1 - Ponto da situação.
2 – Avaliação das Assessorias
3 – Nomeação da Comissão de Festas
4 – Nomeação do Juiz da Cruz
5 – Obras realizadas e a realizar
6 – Outros assuntos




Convocatória 2
Na sexta - feira 16 de Janeiro pelas 21.00 horas Reunião Geral de Acólitos
Ordem de trabalho:
1 – Apresentação sumária
2 – Tarefas realizadas
3 – Tarefas a realizar
4 – Outros assuntos


Informação 4



Tríduo de animação missionária
passionista na Paróquia
de Cristo Rei da Vergada.

dias 6,7 e 8 de Fevereiro
Dia 6 de Fevereiro – Missa às 18.00 horas
Dia 7 de Fevereiro – Missa às 17.00 horas
Dia 8 de Fevereiro – Missa às 9.00 horas

Reuniões a qualquer hora
e boa sorte
e Fé em Deus.
Insistir:
Reorganização Paroquial
Angariação de mais e mais catequistas
Regularização das caminhadas catequéticas
Rechear os grupos corais de mais elementos

Organizar um Grupo de Juventude!

Apelo a aumentar e rechear o Grupo de Acólitos

Sensibilizar para o CNE – Escutismo

Contactos: Catequese – Ermelinda Ferreira – 965 514 360
ermferr@portugal mail.pt

http://www.paroquiadavergada.com/

http://caldas-sao-jorge.blogspot.com/

http://cristo-rei-vergada.blogspot.com/

http://esquisitos-suspeitos.blogspot.com/

O Pároco P. António Machado

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Fátima: Celebração Nacional do Ano Paulino já tem programa


Fátima: Celebração Nacional do Ano Paulino já tem programa
A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) prepara uma celebração de âmbito nacional, a realizar no Santuário de Fátima, no dia 25 de Janeiro de 2009.

Integrada nas celebrações do Ano Paulino, esta proposta/convite lançada aos portugueses pela CEP será, no dia litúrgico da Festa da Conversão de São Paulo, centrada num aspecto englobante da doutrina do apóstolo Paulo e terá como lema “Para mim viver é Cristo”.

Para além de outras actividades na vigília, e durante a tarde do dia 25, a celebração terá como momento alto a Eucaristia, às 11h00 do dia 25, no Recinto de Oração, presidida por D. Antoine Audo, bispo sírio, com a presença dos bispos de Portugal.

“O ofertório desta celebração será destinado para ajuda da Igreja na Síria e quer manifestar a nossa consonância com a colecta Paulina, fenómeno único no cristianismo antigo e sinal de comunhão entre as Igrejas”, informaram os bispos portugueses em Comunicado, no final da Assembleia realizada em Fátima em Novembro passado.

O programa da celebração nacional está definido, e é o seguinte:

Sábado, 24 de Janeiro de 2009

21:00 – Rosário na Capelinha das Aparições, e Procissão de velas

22:30 – Vigília Paulina

Domingo, 25 de Janeiro de 2009

10:00 - Rosário na Capelinha das Aparições

11:00 – Missa no Recinto do Santuário, presidida por D. Antoine Audo, Bispo da Síria

14:30 – Festa Paulina, na Igreja da Santíssima Trindade. Evocação de São Paulo (audiovisual). Participação da Schola Cantorum Pastorinhos de Fátima. Coro da Sé do Porto

A CEP exorta as dioceses, paróquias, movimentos e outros grupos e comunidades cristãs de Portugal a que dinamizem o Povo de Deus para participar nesta evocação do bimilenário do nascimento de S. Paulo, a nível nacional.

Recorde-se que Papa Bento XVI proclamou um “Ano Paulino”, para celebrar os 2000 anos do nascimento de São Paulo, com início na Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo, a 29 de Junho de 2008, e a terminar um ano depois.

Em declarações aos jornalistas em conferência de imprensa, no dia 12 de Outubro de 2008, D. António Marto, Bispo de Leiria-Fátima e Vice-presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, definiu esta vivência do Ano Paulino em Portugal como um "convite à revitalização de toda a Igreja, tendo como guia este gigante da fé, que é São Paulo".

LeopolDina Simões, Sala de Imprensa do Santuário de Fátima

Cada Paróquia se deve organizar a nível da

Comissão Executiva da Paróquia

E dos vários movimento que o farão de per si!

O custo da viagem orça pelos 10.00 Euros!

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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Ano Novo 2009

Ajudar o Menino

Há-de conseguir

Ano Novo 2009

Mensagem da Paz 2009

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE
BENTO XVI
PARA A CELEBRAÇÃO DO
DIA MUNDIAL DA PAZ
1 DE JANEIRO DE 2009

COMBATER A POBREZA, CONSTRUIR A PAZ

1. Desejo, também no início deste novo ano, fazer chegar os meus votos de paz a todos e, com esta minha Mensagem, convidá-los a reflectir sobre o tema: Combater a pobreza, construir a paz. Já o meu venerado antecessor João Paulo II, na Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 1993, sublinhara as repercussões negativas que acaba por ter sobre a paz a situação de pobreza em que versam populações inteiras. De facto, a pobreza encontra-se frequentemente entre os factores que favorecem ou agravam os conflitos, mesmo os conflitos armados. Estes últimos, por sua vez, alimentam trágicas situações de pobreza. « Vai-se afirmando (...), com uma gravidade sempre maior – escrevia João Paulo II –, outra séria ameaça à paz: muitas pessoas, mais ainda, populações inteiras vivem hoje em condições de extrema pobreza. A disparidade entre ricos e pobres tornou-se mais evidente, mesmo nas nações economicamente mais desenvolvidas. Trata-se de um problema que se impõe à consciência da humanidade, visto que as condições em que se encontra um grande número de pessoas são tais que ofendem a sua dignidade natural e, consequentemente, comprometem o autêntico e harmónico progresso da comunidade mundial ».(1)
2. Neste contexto, combater a pobreza implica uma análise atenta do fenómeno complexo que é a globalização. Tal análise é já importante do ponto de vista metodológico, porque convida a pôr em prática o fruto das pesquisas realizadas pelos economistas e sociólogos sobre tantos aspectos da pobreza. Mas a evocação da globalização deveria revestir também um significado espiritual e moral, solicitando a olhar os pobres bem cientes da perspectiva que todos somos participantes de um único projecto divino: chamados a constituir uma única família, na qual todos – indivíduos, povos e nações – regulem o seu comportamento segundo os princípios de fraternidade e responsabilidade.
Em tal perspectiva, é preciso ter uma visão ampla e articulada da pobreza. Se esta fosse apenas material, para iluminar as suas principais características, seriam suficientes as ciências sociais que nos ajudam a medir os fenómenos baseados sobretudo em dados de tipo quantitativo. Sabemos porém que existem pobrezas imateriais, isto é, que não são consequência directa e automática de carências materiais. Por exemplo, nas sociedades ricas e avançadas, existem fenómenos de marginalização, pobreza relacional, moral e espiritual: trata-se de pessoas desorientadas interiormente, que, apesar do bem-estar económico, vivem diversas formas de transtorno. Penso, por um lado, no chamado « subdesenvolvimento moral » (2) e, por outro, nas consequências negativas do « superdesenvolvimento ».(3) Não esqueço também que muitas vezes, nas sociedades chamadas « pobres », o crescimento económico é entravado por impedimentos culturais, que não permitem uma conveniente utilização dos recursos. Seja como for, não restam dúvidas de que toda a forma de pobreza imposta tem, na sua raiz, a falta de respeito pela dignidade transcendente da pessoa humana. Quando o homem não é visto na integridade da sua vocação e não se respeitam as exigências duma verdadeira « ecologia humana »,(4) desencadeiam-se também as dinâmicas perversas da pobreza, como é evidente em alguns âmbitos sobre os quais passo a deter brevemente a minha atenção.
Pobreza e implicações morais
3. A pobreza aparece muitas vezes associada, como se fosse sua causa, com o desenvolvimento demográfico. Em consequência disso, realizam-se campanhas de redução da natalidade, promovidas a nível internacional, até com métodos que não respeitam a dignidade da mulher nem o direito dos esposos a decidirem responsavelmente o número dos filhos (5) e que muitas vezes – facto ainda mais grave – não respeitam sequer o direito à vida. O extermínio de milhões de nascituros, em nome da luta à pobreza, constitui na realidade a eliminação dos mais pobres dentre os seres humanos. Contra tal presunção, fala o dado seguinte: enquanto, em 1981, cerca de 40% da população mundial vivia abaixo da linha de pobreza absoluta, hoje tal percentagem aparece substancialmente reduzida a metade, tendo saído da pobreza populações caracterizadas precisamente por um incremento demográfico notável. O dado agora assinalado põe em evidência que existiriam os recursos para se resolver o problema da pobreza, mesmo no caso de um crescimento da população. E não se há-de esquecer que, desde o fim da segunda guerra mundial até hoje, a população da terra cresceu quatro mil milhões e tal fenómeno diz respeito, em larga medida, a países que surgiram recentemente na cena internacional como novas potências económicas e conheceram um rápido desenvolvimento graças precisamente ao elevado número dos seus habitantes. Além disso, dentre as nações que mais se desenvolveram, aquelas que detêm maiores índices de natalidade gozam de melhores potencialidades de progresso. Por outras palavras, a população confirma-se como uma riqueza e não como um factor de pobreza.
4. Outro âmbito de preocupação são as pandemias, como por exemplo a malária, a tuberculose e a SIDA, pois, na medida em que atingem os sectores produtivos da população, influem enormemente no agravamento das condições gerais do país. As tentativas para travar as consequências destas doenças na população nem sempre alcançam resultados significativos. E sucede além disso que os países afectados por algumas dessas pandemias se vêem, ao querer enfrentá-las, sujeitos a chantagem por parte de quem condiciona a ajuda económica à actuação de políticas contrárias à vida. Sobretudo a SIDA, dramática causa de pobreza, é difícil combatê-la se não se enfrentarem as problemáticas morais associadas com a difusão do vírus. É preciso, antes de tudo, fomentar campanhas que eduquem, especialmente os jovens, para uma sexualidade plenamente respeitadora da dignidade da pessoa; iniciativas realizadas nesta linha já deram frutos significativos, fazendo diminuir a difusão da SIDA. Depois há que colocar à disposição também das populações pobres os remédios e os tratamentos necessários; isto supõe uma decidida promoção da pesquisa médica e das inovações terapêuticas e, quando for preciso, uma aplicação flexível das regras internacionais de protecção da propriedade intelectual, de modo que a todos fiquem garantidos os necessários tratamentos sanitários de base.
5. Terceiro âmbito, que é objecto de atenção nos programas de luta contra a pobreza e que mostra a sua intrínseca dimensão moral, é a pobreza das crianças. Quando a pobreza atinge uma família, as crianças são as suas vítimas mais vulneráveis: actualmente quase metade dos que vivem em pobreza absoluta é constituída por crianças. O facto de olhar a pobreza colocando-se da parte das crianças induz a reter como prioritários os objectivos que mais directamente lhes dizem respeito, como por exemplo os cuidados maternos, o serviço educativo, o acesso às vacinas, aos cuidados médicos e à água potável, a defesa do ambiente e sobretudo o empenho na defesa da família e da estabilidade das relações no seio da mesma. Quando a família se debilita, os danos recaem inevitavelmente sobre as crianças. Onde não é tutelada a dignidade da mulher e da mãe, a ressentir-se do facto são de novo principalmente os filhos.
6. Quarto âmbito que, do ponto de vista moral, merece particular atenção é a relação existente entre desarmamento e progresso. Gera preocupação o actual nível global de despesa militar. É que, como já tive ocasião de sublinhar, « os ingentes recursos materiais e humanos empregados para as despesas militares e para os armamentos, na realidade, são desviados dos projectos de desenvolvimento dos povos, especialmente dos mais pobres e necessitados de ajuda. E isto está contra o estipulado na própria Carta das Nações Unidas, que empenha a comunidade internacional, e cada um dos Estados em particular, a ‘‘promover o estabelecimento e a manutenção da paz e da segurança internacional com o mínimo dispêndio dos recursos humanos e económicos mundiais para os armamentos'' (art. 26) ».(6)
Uma tal conjuntura, longe de facilitar, obstaculiza seriamente a consecução dos grandes objectivos de desenvolvimento da comunidade internacional. Além disso, um excessivo aumento da despesa militar corre o risco de acelerar uma corrida aos armamentos que provoca faixas de subdesenvolvimento e desespero, transformando-se assim, paradoxalmente, em factor de instabilidade, tensão e conflito. Como sensatamente afirmou o meu venerado antecessor Paulo VI, « o desenvolvimento é o novo nome da paz ».(7) Por isso, os Estados são chamados a fazer uma séria reflexão sobre as razões mais profundas dos conflitos, frequentemente atiçados pela injustiça, e a tomar providências com uma corajosa autocrítica. Se se chegar a uma melhoria das relações, isso deverá consentir uma redução das despesas para armamentos. Os recursos poupados poderão ser destinados para projectos de desenvolvimento das pessoas e dos povos mais pobres e necessitados: o esforço despendido em tal direcção é um serviço à paz no seio da família humana.
7. Quinto âmbito na referida luta contra a pobreza material diz respeito à crise alimentar actual, que põe em perigo a satisfação das necessidades de base. Tal crise é caracterizada não tanto pela insuficiência de alimento, como sobretudo pela dificuldade de acesso ao mesmo e por fenómenos especulativos e, consequentemente, pela falta de um reajustamento de instituições políticas e económicas que seja capaz de fazer frente às necessidades e às emergências. A má nutrição pode também provocar graves danos psicofísicos nas populações, privando muitas pessoas das energias de que necessitam para sair, sem especiais ajudas, da sua situação de pobreza. E isto contribui para alargar a distância angular das desigualdades, provocando reacções que correm o risco de tornar-se violentas. Todos os dados sobre o andamento da pobreza relativa nos últimos decénios indicam um aumento do fosso entre ricos e pobres. Causas principais de tal fenómeno são, sem dúvida, por um lado a evolução tecnológica, cujos benefícios se concentram na faixa superior da distribuição do rendimento, e por outro a dinâmica dos preços dos produtos industriais, que crescem muito mais rapidamente do que os preços dos produtos agrícolas e das matérias primas na posse dos países mais pobres. Isto faz com que a maior parte da população dos países mais pobres sofra uma dupla marginalização, ou seja, em termos de rendimentos mais baixos e de preços mais altos.
Luta contra a pobreza e solidariedade global
8. Uma das estradas mestras para construir a paz é uma globalização que tenha em vista os interesses da grande família humana.(8) Mas, para guiar a globalização é preciso uma forte solidariedade global (9) entre países ricos e países pobres, como também no âmbito interno de cada uma das nações, incluindo ricas. É necessário um « código ético comum »,(10) cujas normas não tenham apenas carácter convencional mas estejam radicadas na lei natural inscrita pelo Criador na consciência de todo o ser humano (cf. Rm 2, 14-15). Porventura não sente cada um de nós, no íntimo da consciência, o apelo a dar a própria contribuição para o bem comum e a paz social? A globalização elimina determinadas barreiras, mas isto não significa que não possa construir outras novas; aproxima os povos, mas a proximidade geográfica e temporal não cria, de per si, as condições para uma verdadeira comunhão e uma paz autêntica. A marginalização dos pobres da terra só pode encontrar válidos instrumentos de resgate na globalização, se cada homem se sentir pessoalmente atingido pelas injustiças existentes no mundo e pelas violações dos direitos humanos ligadas com elas. A Igreja, que é « sinal e instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o género humano »,(11) continuará a dar a sua contribuição para que sejam superadas as injustiças e incompreensões e se chegue a construir um mundo mais pacífico e solidário.
9. No campo do comércio internacional e das transacções financeiras, temos hoje em acção processos que permitem integrar positivamente as economias, contribuindo para o melhoramento das condições gerais; mas há também processos de sentido oposto, que dividem e marginalizam os povos, criando perigosas premissas para guerras e conflitos. Nos decénios posteriores à segunda guerra mundial, o comércio internacional de bens e serviços cresceu de forma extraordinariamente rápida, com um dinamismo sem precedentes na história. Grande parte do comércio mundial interessou os países de antiga industrialização, vindo significativamente juntar-se-lhes muitos países que sobressaíram tornando-se relevantes. Mas há outros países de rendimento baixo que estão ainda gravemente marginalizados dos fluxos comerciais. O seu crescimento ressentiu-se negativamente com a rápida descida verificada, nos últimos decénios, nos preços dos produtos primários, que constituem a quase totalidade das suas exportações. Nestes países, em grande parte africanos, a dependência das exportações de produtos primários continua a constituir um poderoso factor de risco. Quero reiterar aqui um apelo para que todos os países tenham as mesmas possibilidades de acesso ao mercado mundial, evitando exclusões e marginalizações.
10. Idêntica reflexão pode fazer-se a propósito do mercado financeiro, que toca um dos aspectos primários do fenómeno da globalização, devido ao progresso da electrónica e às políticas de liberalização dos fluxos de dinheiro entre os diversos países. A função objectivamente mais importante do mercado financeiro, que é a de sustentar a longo prazo a possibilidade de investimentos e consequentemente de desenvolvimento, aparece hoje muito frágil: sofre as consequências negativas de um sistema de transacções financeiras – a nível nacional e global – baseadas sobre uma lógica de brevíssimo prazo, que busca o incremento do valor das actividades financeiras e se concentra na gestão técnica das diversas formas de risco. A própria crise recente demonstra como a actividade financeira seja às vezes guiada por lógicas puramente auto-referenciais e desprovidas de consideração pelo bem comum a longo prazo. O nivelamento dos objectivos dos operadores financeiros globais para o brevíssimo prazo reduz a capacidade de o mercado financeiro realizar a sua função de ponte entre o presente e o futuro: apoio à criação de novas oportunidades de produção e de trabalho a longo prazo. Uma actividade financeira confinada no breve e brevíssimo prazo torna-se perigosa para todos, inclusivamente para quem consegue beneficiar dela durante as fases de euforia financeira.(12)
11. Segue-se de tudo isto que a luta contra a pobreza requer uma cooperação nos planos económico e jurídico que permita à comunidade internacional e especialmente aos países pobres individuarem e actuarem soluções coordenadas para enfrentar os referidos problemas através da realização de um quadro jurídico eficaz para a economia. Além disso, requer estímulos para se criarem instituições eficientes e participativas, bem como apoios para lutar contra a criminalidade e promover uma cultura da legalidade. Por outro lado, não se pode negar que, na origem de muitos falimentos na ajuda aos países pobres, estão as políticas vincadamente assistencialistas. Investir na formação das pessoas e desenvolver de forma integrada uma cultura específica da iniciativa parece ser actualmente o verdadeiro projecto a médio e longo prazo. Se as actividades económicas precisam de um contexto favorável para se desenvolver, isto não significa que a atenção se deva desinteressar dos problemas do rendimento. Embora se tenha oportunamente sublinhado que o aumento do rendimento pro capite não pode de forma alguma constituir o fim da acção político-económica, todavia não se deve esquecer que o mesmo representa um instrumento importante para se alcançar o objectivo da luta contra a fome e contra a pobreza absoluta. Deste ponto de vista, seja banida a ilusão de que uma política de pura redistribuição da riqueza existente possa resolver o problema de maneira definitiva. De facto, numa economia moderna, o valor da riqueza depende em medida determinante da capacidade de criar rendimento presente e futuro. Por isso, a criação de valor surge como um elo imprescindível, que se há- de ter em conta se se quer lutar contra a pobreza material de modo eficaz e duradouro.
12. Colocar os pobres em primeiro lugar implica, finalmente, que se reserve espaço adequado para uma correcta lógica económica por parte dos agentes do mercado internacional, uma correcta lógica política por parte dos agentes institucionais e uma correcta lógica participativa capaz de valorizar a sociedade civil local e internacional. Hoje os próprios organismos internacionais reconhecem o valor e a vantagem das iniciativas económicas da sociedade civil ou das administrações locais para favorecer o resgate e a integração na sociedade daquelas faixas da população que muitas vezes estão abaixo do limiar de pobreza extrema mas, ao mesmo tempo, dificilmente se consegue fazer-lhes chegar as ajudas oficiais. A história do progresso económico do século XX ensina que boas políticas de desenvolvimento são confiadas à responsabilidade dos homens e à criação de positivas sinergias entre mercados, sociedade civil e Estados. Particularmente a sociedade civil assume um papel crucial em todo o processo de desenvolvimento, já que este é essencialmente um fenómeno cultural e a cultura nasce e se desenvolve nos diversos âmbitos da vida civil.(13)
13. Como observava o meu venerado antecessor João Paulo II, a globalização « apresenta-se com uma acentuada característica de ambivalência »,(14) pelo que há- de ser dirigida com clarividente sabedoria. Faz parte de tal sabedoria ter em conta primariamente as exigências dos pobres da terra, superando o escândalo da desproporção que se verifica entre os problemas da pobreza e as medidas predispostas pelos homens para os enfrentar. A desproporção é de ordem tanto cultural e política como espiritual e moral. De facto, tais medidas detêm-se frequentemente nas causas superficiais e instrumentais da pobreza, sem chegar às que se abrigam no coração humano, como a avidez e a estreiteza de horizontes. Os problemas do desenvolvimento, das ajudas e da cooperação internacional são às vezes enfrentados sem um verdadeiro envolvimento das pessoas, mas apenas como questões técnicas que se reduzem à preparação de estruturas, elaboração de acordos tarifários, atribuição de financiamentos anónimos. Inversamente, a luta contra a pobreza precisa de homens e mulheres que vivam profundamente a fraternidade e sejam capazes de acompanhar pessoas, famílias e comunidades por percursos de autêntico progresso humano.
Conclusão
14. Na Encíclica Centesimus annus, João Paulo II advertia para a necessidade de « abandonar a mentalidade que considera os pobres – pessoas e povos – como um fardo e como importunos maçadores, que pretendem consumir tudo o que os outros produziram ». « Os pobres – escrevia ele – pedem o direito de participar no usufruto dos bens materiais e de fazer render a sua capacidade de trabalho, criando assim um mundo mais justo e mais próspero para todos ».(15) No mundo global de hoje, resulta de forma cada vez mais evidente que só é possível construir a paz, se se assegurar a todos a possibilidade de um razoável crescimento: de facto, as consequências das distorções de sistemas injustos, mais cedo ou mais tarde, fazem-se sentir sobre todos. Deste modo, só a insensatez pode induzir a construir um palácio dourado, tendo porém ao seu redor o deserto e o degrado. Por si só, a globalização não consegue construir a paz; antes, em muitos casos, cria divisões e conflitos. A mesma põe a descoberto sobretudo uma urgência: a de ser orientada para um objectivo de profunda solidariedade que aponte para o bem de cada um e de todos. Neste sentido, a globalização há-de ser vista como uma ocasião propícia para realizar algo de importante na luta contra a pobreza e colocar à disposição da justiça e da paz recursos até agora impensáveis.
15. Desde sempre se interessou pelos pobres a doutrina social da Igreja. Nos tempos da Encíclica Rerum novarum, pobres eram sobretudo os operários da nova sociedade industrial; no magistério social de Pio XI, Pio XII, João XXIII, Paulo VI e João Paulo II, novas pobrezas foram vindo à luz à medida que o horizonte da questão social se alargava até assumir dimensões mundiais.(16) Este alargamento da questão social à globalidade não deve ser considerado apenas no sentido duma extensão quantitativa mas também dum aprofundamento qualitativo sobre o homem e as necessidades da família humana. Por isso a Igreja, ao mesmo tempo que segue com atenção os fenómenos actuais da globalização e a sua incidência sobre as pobrezas humanas, aponta os novos aspectos da questão social, não só em extensão mas também em profundidade, no que se refere à identidade do homem e à sua relação com Deus. São princípios de doutrina social que tendem a esclarecer os vínculos entre pobreza e globalização e a orientar a acção para a construção da paz. Dentre tais princípios, vale a pena recordar aqui, de modo particular, o « amor preferencial pelos pobres »,(17) à luz do primado da caridade testemunhado por toda a tradição cristã a partir dos primórdios da Igreja (cf. Act 4, 32-37; 1 Cor 16, 1; 2 Cor 8-9; Gal 2, 10).
« Cada um entregue-se à tarefa que lhe incumbe com a maior diligência possível » – escrevia em 1891 Leão XIII, acrescentando: « Quanto à Igreja, a sua acção não faltará em nenhum momento ».(18) Esta consciência acompanha hoje também a acção da Igreja em favor dos pobres, nos quais vê Cristo,(19) sentindo ressoar constantemente em seu coração o mandato do Príncipe da paz aos Apóstolos: « Vos date illis manducare – dai-lhes vós mesmos de comer » (Lc 9, 13). Fiel a este convite do seu Senhor, a Comunidade Cristã não deixará, pois, de assegurar o seu apoio à família humana inteira nos seus impulsos de solidariedade criativa, tendentes não só a partilhar o supérfluo, mas sobretudo a alterar « os estilos de vida, os modelos de produção e de consumo, as estruturas consolidadas de poder que hoje regem as sociedades ».(20) Assim, a cada discípulo de Cristo bem como a toda a pessoa de boa vontade, dirijo, no início de um novo ano, um caloroso convite a alargar o coração às necessidades dos pobres e a fazer tudo o que lhe for concretamente possível para ir em seu socorro. De facto, aparece como indiscutivelmente verdadeiro o axioma « combater a pobreza é construir a paz ».
Vaticano, 8 de Dezembro de 2008.
BENEDICTUS PP. XVI

________________________________________

() Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 1993, 1.
() Paulo VI, Carta enc. Populorum progressio, 19.
() João Paulo II, Carta enc. Sollicitudo rei socialis, 28.
() João Paulo II, Carta enc. Centesimus annus, 38.
() Cf. Paulo VI, Carta enc. Populorum progressio, 37; João Paulo II, Carta enc. Sollicitudo rei socialis, 25.
() Bento XVI, Carta ao Cardeal Renato Rafael Martino por ocasião do Seminário Internacional organizado pelo Conselho Pontifício « Justiça e Paz » sobre o tema « Desarmamento, desenvolvimento e paz. Perspectivas para um desarmamento integral », 10 de Abril de 2008: L'Osservatore Romano (13/IV/2008), p. 8.
() Carta enc. Populorum progressio, 87.
() Cf. João Paulo II, Carta enc. Centesimus annus, 58.
() Cf. João Paulo II, Discurso na Audiência às Associações Cristãs de Trabalhadores Italianos [ACLI] (27 de Abril de 2002), 4: Insegnamenti di Giovanni Paolo II, XXV/1 [2002], 637.
() João Paulo II, Discurso à Assembleia Plenária da Academia Pontifícia das Ciências Sociais (27 de Abril de 2001), 4: Insegnamenti di Giovanni Paolo II, XXIV/1 [2001], 802.
() Concílio Ecum. Vaticano II, Const. dogm. Lumen gentium, 1.
() Cf. Conselho Pontifício « Justiça e Paz », Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 368.
() Cf. ibid., 356.
() Discurso na Audiência a Dirigentes de Sindicatos de Trabalhadores e de grandes Empresas, (2 de Maio de 2000), 3: Insegnamenti di Giovanni Paolo II, XXIII/1 [2000], 726.
() N. 28.
() Cf. Paulo VI, Carta enc. Populorum progressio, 3.
() João Paulo II, Carta enc. Sollicitudo rei socialis, 42; cf. Carta enc. Centesimus annus, 57.
() Leão XIII, Carta enc. Rerum novarum, 45.
() Cf. João Paulo II, Carta enc. Centesimus annus, 58.
() Ibid., 58.

© Copyright 2008 - Libreria Editrice Vaticana

sábado, 27 de dezembro de 2008

Então sempre quer ser professora de Psicologia?

Então sempre quer ser professora de Psicologia?

Ou me dá positiva ou vai já a tola ao ao ar!
Alunos do 11º Ano!
Com dezoito anos
Podem ser pais e mães!
Podem ir para a guerra!
Têm bom lombo para
abrir trincheiras
e limpar valetas!
Coitadinhas das criancinhas!

«Brincadeira» de jovens do 11º ano da escola do Cerco, no Porto.
Professora é ameaçada por uma arma de plástico pelos próprios alunos.

Categoria: Filmes e desenhos

Palavras-chave:

porto professora prof brincadeira arma plástico cerco escola telemóvel gravar jovens educação secundária ameaça avaliação ameaçada

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Carta às Familias da Diocese do Porto


Carta às Familias da Diocese do Porto
Excelente carta
inovadora iniciativa!
Há que cunprir!

domingo, 21 de dezembro de 2008

É Natal! É Natal!

É Natal! É Natal!
Com brio e excelente desmpenho
decorreu o Natal da Escola do 1º Ciclo da Vergada!
Parabéns aos Alunos e Professores!

Parabéns à Senhora Presidente da Comissão Executiva a Professora Rosa!
De parabéns os Pais e Encarregados de Educação

que levaram a bom termo esta simpática iniciativa
que teve lugar o Salão de Festas da Paróquia de Cristo Rei da Vergada
Santa Maria da Feira!

Feliz Natal
e Próspero Ano Novo 2009!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Parabéns Bodas de Ouro de Matrimónio !!!



Parabéns Bodas de Ouro de Matrimónio !!!
Do Casal Joaquim e Conceição!

Foi pela primeira vez na Igreja Matriz de Lourosa
Hoje 50 anos na Igreja Matriz da Paróquia de Cristo Rei da Vergada!

domingo, 14 de dezembro de 2008

SÓ SE MORRE QUANDO SE É ESQUECIDO!

Foi-me facultada e disponibilizada uma carta inédita da autoria do
Foi-me facultada e disponibilizada uma carta inédita da autoria do
Reverendo P. Nuno Cardoso, Pároco de Alfena Valongo,
Paróquia em que deixou obra sócio-caritativa inovadora, invejável e exemplar, abrindo perspectivas a tantas outras Paróquias e Associações de Bem-Fazer espalhadas pelo País.
Aborda essa carta inédita um singular e expressivo louvor - testemunho ao Reverendo Padre Álvaro Soares da Silva, Pároco de 15 de Agosto de 1972 a 31 de Dezembro de 1984 da Paróquia Experimental de Cristo Rei da Vergada agora Paróquia de Cristo Rei da Vergada.
Refere com o título:” O Padre Álvaro Soares Está Vivo” de Junho de 1994.
ESTÃO AMBOS VIVOS : O PADRE ÁLVARO E PADRE NUNO!
SÓ SE MORRE QUANDO SE É ESQUECIDO!
Ninguém é profeta na sua terra.. e o Padre Álvaro contrariou o dito do próprio Jesus Cristo!
Em Angola deixou a sua generosa Obra, no fiel cumprimento do “ IDE E ENSINAI !”
Ergueu bem alto a sua fé!
Num meio difícil na altura como era o seu “ meteu lança em África” !
Fiz um milagre na sua terra!
Milagre de Fé que a todos tocou e abismou!
Humilde, persistente, de sadia teimosia e grandiosa generosidade!
Terminada a obra , realizado o seu sonho na sua terra regressa à Missão!
Como João Baptista, importa que Ele cresça e que eu diminua!
A minha mais alta estima e consideração.
P. António Machado
Pároco da Paróquia de Cristo Rei da Vergada.

Dos trâmites da Correcção Fraterna!

Dos trâmites da Correcção Fraterna!
Da correcção fraterna e do perdão Na justiça (injustiça) moderna = a vingação ou vingança!!!
Do Evangelho de S. Mateus 18, 15-19
DO PERDÂO E CORRECÇÃO
1º - Se o teu irmão te tiver ofendido, vai e repreendo-o a sós
Se te ouvir terás ganho o teu irmão.
2º- Se não te escutar
Toma contigo uma ou duas pessoas
Afim de que toda a questão se resolva pela decisão de duas ou três pessoas!
3º- Se recusar ouvi-las, di-lo à Igreja.
Se recusar ouvir também a Igreja seja para ti como um pagão ou gentio…
………………………………………………………………….
4º - Seja entregue à justiça do tribunal….
E depois lá se vê!!!
Também depende dos tribunais!!!
Justiça moderna = antiga = lei de talião:
“Olho por olho, dente por dente”
Assim está-se na lei da Selva, ainda não se é homem, pessoa. Cristão!

sábado, 13 de dezembro de 2008

Ceia do Natal do Agrupamento 901








Decorreu mais uma vez a Ceia do Natal do Agrupamento 901 de Caldas de São Jorge. Presentes todos os seus elementos.
Desde os Lobitos a Caminheiros e Chefes!

Momento agradável de convívio e boa disposição.

De salientar a presença dos nossos convidados: Senhor Presidente da Junta, Representantes dos Conselhos Económicos Paroquiais de Caldas de São Jorge

e da Paróquia de Cristo Rei da Vergada!

Imagens da Paróquia da Vergada.

Imagens da Paróquia de Cristo Rei da Vergada!
Para recordar








Imagens da Paróquia de Cristo Rei da Vergada!
Homenagem ao esforço, tenacidade e sacrifício da sua gente!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Grande Homem ...Grande Alma ...Grande Pároco!!!

Cortesia do Terras da Feira de 1 de Dezembro de 2008

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Porque não as práticas desportivas ?....

A Vila Termal de Caldas de São Jorge é Notícia!
Parabéns!
Com a devida vénia do bissemanário TERRAS DA FEIRA 27 Novembro 2008
O Ginásio José Martins está de parabéns e os seus atletas! Lúcia, seis anos, medalha de ouro na classe de benjamins, categoria mini-mosca!


Nicole, nove anos, medalha de ouro na classe de infantis, categoria mosca
Cláudia Silva, 15 anos, medalha de ouro na classe de juniores, categoria ligeiro!
Eduardo, nove anos, medalha de prata na classe infantil, categoria mini mosca!
Cidalino, 10 anos, medalha de prata na classe de iniciados, categoria mini-mosca!
Cláudia Moreira, 15 anos, classe de juniores, categoria meio-pesado!
Hugo Magalhães marcar, uma vez mais, a sua presença na Selecção Nacional de Taekwondo, que vai disputar o Torneio Internacional de Santarém da modalidade no próximo sábado, dia 29, em Salvaterra de Magos.

Com a devida vénia ao:
http://www.ginasiojosemartins.com

terça-feira, 25 de novembro de 2008

domingo, 23 de novembro de 2008

Novo Pároco da Paróquia de Cristo Rei da Vergada


Tomada de Posse
Do Novo Pároco da Paróquia de Cristo Rei da Vergada
Santa Maria da Feira – Vila de Argoncilhe e Vila de Mozelos,

Pelas 17.00 horas de Sábado
Dia 22 de Novembro de 2008
Festa de Cristo Rei

P. António Teixeira Machado acumula
com a Paroquialidade da Vila Termal de Caldas de São Jorge
a Paroquialidade da Paróquia de Cristo Rei da Vergada.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Consultar!!!

http://www.savefile.com/files/1892447

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Argoncilhe e Vergada-Duas Freguesias e Vilas

Argoncilhe
e Mozelos
Freguesias e Vilas
Vergada - Cristo Rei da Vergada
Uma Paróquia

MOZELOS.

Freguesia do concelho e comarca da Feira, distrito de Aveiro, diocese. e relação do Porto orago, S. Martinho.

População 2286 habitantes, 455 fogos.

A freguesia de Mozelos, um curato da apresentação do convento da serra do Pilar passou a reitoria.

Foi incluída no foral da Feira (Terra de Santa Maria), dado por D. Manuel em Lisboa, a 10-III-1514.

Esta freguesia é antiquíssima.

Como o prova o seu castro de Sagitela, monte de Seitela, a que hoje chamam Coteiro do Murado, havendo um lugar ainda e urna família assaz numerosa com esse nome de Seitela.

De Mozelos e Seitela nos faia urn documento do 1097 quo diz assim: <

(Dip., n.867).

Em documento de 1155 aparece-nos outra herdade compreendida >: affricum laurosela... subtus monte cuturelo, discurrente riu major, prope castelum sancte Marie>>

(Baio Ferrado, fl. 86, v). (Do Arquivo Distrital de Aveiro, n.ª33, a p. 58)

Por estes documentos parece não haver dúvidas de que a chamada estrada velha do Porto, de que existe aqui um bom troço, partindo da Igreja pelo lado Norte, em direcção a Argoncilhe, é nem mais nem menos que a antiga via militar romana ou estrada mourisca.

Falam desta freguesia as inquiricões de 1250 a que mandou proceder o rei Afonso III.

Foi curato do convento de Grijó, pois que o seu cura era apresentado pelo abade desse convento, passando depois esse direito de apresentação para o abade do convento da Serra do Pilar. Pagava nos celeiros de Guetim o seu tributo a que se dava o nome de Censória ou Votos e que consistia em determinada porçâo de cera, cereais, vinho e numa percentagern dos direitos de funeral, Mortórios.

A Ordem de Malta ou do Hospital, que tinha casa sua em Rio Meão, também aqui possuía hens e foros.

Tem anexada a major parte da antiga freguesia de Santa Maria de Meladas, que foi extinta por fins do sec. xv, devido a uma grande peste e fome que lhe dizimou quase toda a sua populaçâo; ainda hoje existe no lugar de Meladas uma pequenina capela comemorativa da antiga Igreja paroquial que ali houve, e que tinha como passal a actual Quinta de Meladas, que pertence a família Van Zeller.

Mozelos em 1527 tinha uns 35 vizinhos;

em 1623, segundo o Catálogo dos Bispos do Porto, de D. Rodrigo da Cunha, tinha 168 pessoas de comunhâo e 44 menores; rendia cem mil réis e era então curado dos padres agostinhos do mosteiro da Serra do Pilar.

A freguesia de Mozelos possui uma relíquia única no género no nosso país: o pinheiro das hoje propriedade nacional, embora existente numa quinta particular, que foi testemunha ocular da tragédia do Picôto.

0 pinheiro das <>, árvore secular, mas ainda com bastante vida assistiu à matança de sete Portugueses, praticada pelos franceses, a quando da segunda invasão francesa, em 1809.

Ali junto dele, foram fuzilados sete Portugueses inocentes (no dia de N. S. da Hora), entre estes os Sás de Anta; padre João de Sá Rocha e seu irmão Manuel de Sá Rocha, mortos na presença da mãe.

Nas rameiras deste histórico pinheiro foram pendurados os cadáveres das vítimas, ficando durante algum tempo ali expostos ao público a atestar a sanha dos invasores franceses.

A freguesia de Mozelos pela sua posicão topográfica é hoje sem dúvida uma das mais lindas freguesias do concelho da Feira.

Compreende os lugares de: Casal, Corga, Coteiro, Ermilhe, Fundão, Gêsto, Goda, Igreja, Mal pica, Meladas, Mozelos, Murado, Outeiro do Moinho. Picoto, Prime, Quebrada, Quintâ, Rapigo, Regadas, Rio, Seitela, Serradinha, Sobral, Talegre, Vergada e Vilas.

(Enciclopédia Luso-Brasileira)

MOZELOS.

Freguesia com 3483 habitamtes com 751 fogos (1970)

do concelho e comarca da Feira, distrito de Aveiro e diocese do Porto.

Dista 13 km da sede do concelho e 50 da sede do Distrito.

Orago: S. Martinho.

Surge num documento de 1097 com o nome de Moazellus.

Por ela passava a antiga via militar romana que unia Coimbra ao Porto e a Braga.

Mozelos foi incluída no foral manuelino de 10.2.1514, concedido à Feira (terra de Santa Maria), passando mais tarde a reitoria.

(Enciclopédia Verbo).

Freguesia situada em terreno 1evemente acidentado, bonita, rica e fértil em todos os géneros do nosso clima.

Cria muito gado bovino que exporta para a Grã -Bretanha, em grande quantidade.

Exporta para a cidade do Porto muitos cereais e frutas e bastante madeira.

No Murado se faz uma grande feira (feira de Santa Catarina) nos dias 25 de cada mês. Neste lugar existe um solar dum ramo dos Vasconcelos. Para a sua genealogia e armas ver Castelo Melhor, Mafra e Penela.

(Portugal Antigo e Moderno, 1875, de Pinho Leal).

Mozelos

Fixa a situação da freguesia o mono que nos documentos medievais é designado por Seitela e comummente e nas cartas geográficas por Murado (cota 225 m.) e ainda por monte do Coteiro, povoação ao lado. Trata-se dum cabeço destacado que se orienta de nascente a poente, despegando-se da linha geral de alturas, onde corre a estrada tradicional, em cujo colo de ligação assenta a igreja. Outrora, quando ainda não havia o revestimento de pinhal, ele tornava-se bem visível e era natural que servisse de ponto de referência.

No ano de 1097, em carta de venda entre particulares duma herdade diz-se: in vila dicta Moazelus... subtus monte Saitella discurrente strata ad portum Asinarium, rivulo

Maior.

E em outro de 1098: in villa Moazelos in loco Primi... et fer ipsa larea in ipso rivulo qui venit de Laurusela subtus monte Saitela discurrente rivulo Prime.

Rio Maior e rio Prime são os dois braços iniciais do Rio Maior que vai a Paramos e cai na barrinha de Esmoriz, aquele do lado de Mozelos, este de Prime e Lourizela.

Seitela é um lugar junta ao morro; no próprio adro, fora do cemitério mas encostado ao mesmo, vimos uma estela fúnebre comemorando diversos militares do fim do séc. XVIII e do XIX da casa de Seitela.

No cartulário > de Grijó há vários documentos referidos a Mozelos.

No cabeço nada se apresenta à vista que possa justificar a denominação de Murado como sítio arqueológico.

IGREJA PAROQUIAL — Padroeiro, S. Martinho,

Vasta, relativamente ao tipo paroquial. Reconstruíram-na na segunda metade do século passado, e em 1920 substituíram-lhe a capela-mor. 0 edifício anterior estava em nível bastante mais baixo, a sul, na mesma direcção, entre a actual estrada e uma rua inferior.

Conservaram na fachada o aspecto regional, do gosto setecentista austero, com a torre à esquerda. Externamente o corpo é de portas travessas e de janelas simples.

No arco-cruzeiro interpretaram a disposição de altas pilastras a enquadrar o vão, completada do habitual remate.

O respectivo entablamento corre nas paredes colaterais, corno cimalha de pedra.

Há arcos retabulares, pequenos, cavados nas paredes dos flancos.

São dois os púlpitos no gosto comum.

O coro-alto, como nos tipos equivalentes, apoia-se em largo arco frontal, de cantaria, em forma de asa-de-cesto.

Todos os retábulos são posteriores a reconstrução: dois colaterais ao arco-cruzeiro, mais dois nos arcos dos flancos, os quais seguem os tipos tradicionais, o principal que já é deste século, havendo ainda outros dois mais modestos, abaixo das portas travessas.

Esculturas modernas e algumas antigas; estas sem interesse especial para o fim deste trabalho.

Lambris de azulejos de série.

CAPELA E PINHEIRO DAS SETE CRUZES

Dedicada aos mortos pela Pátria na última invasão francesa, a 11 de Maio de 1809.

Uma das muitas guerrilhas, organizadas por iniciativa particular para hostilizarem o inimigo, foi chefiada aqui por um homem que, infelizmente, só tem sido conhecido pelo epíteto de Catafula, residente na próxima povoação de 0livães. Num assalto, matou três soldados franceses. Preso com outros, considerados cúmplices, desejou confessar-se, para o que foi chamado Pe. João de Sá da Rocha. O comando da forca do invasor quis levar este a revelar a confissão, na esperança de vir a conhecer os nomes de todos os cúmplices, ao que ele dignamente se recusou. O nobilíssirno sacerdote foi fuzilado conjuntamente com aqueles e, como eles, suspenso do pinheiro. Seu irmão Manuel, morto pelos mesmos no sítio das Barrancas, foi arrastado para aqui. No pinheiro cravaram mais tarde cruzes comemorativas. Uma sobrinha, como abaixo se diz, mandou erguer o oratório.

A capela encontra-se na estrada nacional (E.N. 1) do lado do poente. O pinheiro estava desviado uns cinquenta metros para o norte, segundo homem da região nos indicou; caiu com o temporal a 7 de Novembro de 1954.

A capela é do tipo das de certas regionais de alminhas, pequena, a porta rectangular, datada de 1865, com os cunhais tratados, bem como a linha da empena.

O topo interno é cheio na parte baixa por maciço a semelhar mesa de altar, e em cima por painel pintado à maneira popular. Vê-se, no alto deste, Cristo-crucificado; à esquerda a parte religiosa tradicional, com St.° António e abaixo a Senhora do Carmo e as Almas do Purgatório; à direita e em cima o sacerdote a conversar ou a confessar os quatro outros, a seu lado o pinheiro donde pendem os enforcados, na parte inferior a cena do fuzilamento.

Na parte da mesa lê-se: Aqui foram mortos pelos franceses a 11 de Maio de 1811 (sic), o Rev. P. João de Sá da Rocha e seu irmão Manuel e outros / nascidos no lugar de Esmojães, freguesia de Anta.

Abaixo e ao lado direito: Por gratidão de sua / sobrinha Francisca Alves de Sá de Oliveira / do lugar da Idanha / freguesia d’Anta.

Ao outro, os versos ingénuos:

Vós que tendes sentimentos

Lembrai-vos dos nossos tormentos!

Vós que aqui passais

Lembrai-vos de nós cada vez mais!

Se estas palavras foram escritas com a intenção do pedido usual de preces, sejam hoje o duma grata e comovida lembrança por aqueles que, em seus limitados recursos, procuraram vingar a Pátria e deixar nobre exemplo de firmeza moral e indefectível vontade de a continuar livre e senhora do seus destinos.

Tão alto é o significado desta modesta capela que deveria ser isolada, tratada a sua envolvência, assinalado o seu sitio a quem passe.

No sítio das Barrancas, no antigo trajecto da estrada, hoje levemente afastada pela posterior rectificação já no concelho de Gaia, uma outra mais modesta comemora Manuel Rocha. No interior o quadro do tipo tradicional; sobre a porta uma lápide de mármore, mais recente, diz: BAR RANCAS / 11 de Maio de 1809 /

Manuel de Sá Rocha fuzilado

pelos franceses, a vista de sua Mãe

Esta cai também morta de dor

Dai-lhes, Senhor, o eterno descanso.

QUINTA DAS MELADAS — Representa um antigo vínculo quo nos últimos tempos era indicado como dos Vasconcelos. Passou a posse da família Ferreira Amorim. Na entrada, o portão moderno e a sua direita, a capela tradicional. Dentro, o largo pátio com a casa de vãos rectangulares e ainda as secções agrícolas, ocupando o centro um velho carvalho que o ensombra.

A capela de tipo seiscentista, dedicada a Nossa Senhora do Pilar, é pequena e baixa, corno era usual nas antigas casas. Tratada na frente por meio do pilastras nos cunhais, porta de cornija, linhas rectas na empena. Porta lateral para o pátio. Retábulo do madeira dourada, dos fins do séc. XVII, do tipo plano, quatro colunas torcidas e só de parras, com pequeno remate. A escultura da titular, pequena, data do século seguinte.

CRUZEIRO — No extremo do terreiro da igreja. Deve ter sido deslocado de outro ponto. Poderá ser ainda do sec. XVII, posto que o seu tipo se prolongue nos primeiros anos do seguinte. Grande, de braços rectangulares, faces percorridas de almofadados bem marcados, pedestal decorado de motivos simples.

BIBL. — Port. Mon. Hist. — Dipl. et Chart., Lisb., 1867.

DURAND, Robert — Le cartulaire Baio-Ferrado de Grifó.

Fund. Cal. Gulb., Paris, 1971.

INVENTARIO ARTISTICO DE PORTUGAL

Academia Nacional de Belas-Artes

Lx 1981

AVEIRO X

Tirado do Livro

MOZELOS EM FOCO E…….

Joaquim Sousa Rios

Fernando Santos

Américo Cardoso

João Ferreira do Espírito Santo

Pároco : António de Oliveira Maia

O presidente da Junta: José Ferreira Coimbra

O Regedor: Américo Cardoso